Palestras e Conferências...



MINIARTIGO
04/08/2016
 
CRADLE TO  CRADLE
(DO BERÇO AO BERÇO)
  
(SÉRIE “TOMADA DE DECISÃO”)
(A SINTONIA LÓGICA “CRADLE TO CRADLE” DE SISTEMAS PRODUTIVOS COM SISTEMAS DE INFORMAÇÕES “DECISÃO”)

CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO SÃO RECURSOS INFINITOS

GESTÃO DE NEGÓCIOS

Professor Doutor Antonio de Loureiro Gil

*       PROFESSOR TITULAR UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (UFPR)
*       PROFESSOR DE DOUTORADO E DE MESTRADO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP).
*       DOUTOR E MESTRE PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP) COM TESE E DISSERTAÇÃO NA ÁREA DE AUDITORIA DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI).
*       OFICIAL DA MARINHA DE GUERRA DO BRASIL, FORMADO PELA ESCOLA NAVAL DO RIO DE JANEIRO (BRASIL) ---- SERVIU NO CONTRATORPEDEIRO “PERNAMBUCO” (4) ANOS E NA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) (4) ANOS DA MARINHA DE GUERRA DO BRASIL.
*       EXECUTIVO E CONSULTOR DE EMPRESAS PRIVADAS OU GOVERNAMENTAIS NO BRASIL
*       AUTOR DE VINTE E UM LIVROS NO BRASIL E DE UM LIVRO EM PORTUGAL -- EDITORA SARAIVA; EDITORA ATLAS; EDITORA SENAC - SP (SÃO PAULO – BRASIL); EDITORA ÁGORA (RIO DE JANEIRO -- BRASIL); EDITORA  JURUÁ (CURITIBA – PARANÁ); PUBLICAÇÕES EUROPA - AMÉRICA (LISBOA – PORTUGAL) ---- OITENTA MIL EXEMPLARES VENDIDOS.
*       CONSULTOR, PALESTRANTE E COM ARTIGOS NOS ESTADOS UNIDOS, FRANÇA, ESPANHA, PORTUGAL, ISRAEL, MÉXICO, ARGENTINA, URUGUAI, PANAMÁ.


Ø QUESTÃO:
“A VISÃO PREVENTIVA / ANTECIPATÓRIA É A BASE DA SOCIEDADE DO SÉCULO XXI”?

Ø O “RISCO” E A “INTEGRAÇÃO” COMO VARIÁVEIS DA GESTÃO E OPERAÇÃO DO NEGÓCIO --

Ø INTRODUÇÃO.

A abordagem organizacional “cradle to cradle” (do berço ao berço) implica no tratamento de rejeitos / sobras / saídas de um sistema produtivo / linha de negócios / sistema de informações como matéria prima / entrada do sistema produtivo / linha de negócios / sistema de informações subsequente.

De forma análoga ao tratamento de sobras ou aparas no ambiente dos ativos tangíveis, também, quanto aos ativos intangíveis ---- com geração de maior conhecimento para resolução de problemas ---- o reuso de informações ---- constantes em segmentos ou registros de bancos de dados organizacionais ---- precedentes e não consumidas no processo decisório é abordagem passível de práticas “cradle to cradle”. 

A vertente “governança da qualidade da sustentabilidade” faz – se presente quando a ideia “cradle to cradle” é aplicada / trabalhada para ativos tangíveis ou intangíveis.

Criar uma “plataforma de diálogo” permite repensar materiais, produtos, informações, conhecimento e sistemas inteiros com foco em:
1 – evitar desperdícios.
2 – reciclar dejetos ou informações consideradas desnecessárias.
3 – gerar novas fontes de receitas para o negócio.
4 – ampliar o conhecimento para processos decisórios.
5 – estabelecer decisões alternativas á variável “problema / solução”.

A visão antecipatória / preventiva é determinante para a utilidade de metodologias e práticas “cradle to cradle” com ênfase ás variáveis “risco” e “integração”.

Ø MUITO IMPORTANTE.

Ø “VISÃO INTEGRAÇÃO NA ECONOMIA CIRCULAR”

A “PLATAFORMA DE DIÁLOGO DECISÓRIO” DEVE TER CUNHO ECUMÊNICO COM A PARTICIPAÇÃO DE PROFISSIONAIS  DAS ÁREAS DE LOGÍSTICA; CONTROLADORIA; TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO;GESTÃO DE PESSOAS.
(RENOVAR O CONHECIMENTO DECISÓRIO É FOCO CENTRAL)

O minimizar o “lixo informático”, particularmente, aquele de natureza informações contidas em banco de dados, é foco prioritário na “plataforma de diálogo decisório” no contexto da informação / conhecimento útil ás opções de decisão, inclusive com o considerar eventos organizacionais contingentes.

Ø  A LÓGICA E A PROVA DO ARGUMENTO.

Antecipar o amanhã é prática inerente a processos decisórios com o implicar de visão preventiva para o sucesso das decisões organizacionais ---- a vertente “contingência; incerteza; risco” em ação sintonizada á tecnologia “cradle to cradle”.

Ø ATENÇÃO.




“A DIVERSIDADE DE DECISÕES É ESTRATÉGIA PARA SUPERAR PROBLEMAS”.





(O “STRESS DA DECISÃO” A PARTIR DO“LIXO INFORMÁTICO” INERENTE Á DECISÃO “A”)


Promover a prosperidade e alimentar o futuro organizacional com o criar uma onda de inovações / opções e desencadear uma revolução nos processos de tomada de decisão com a incorporação de resíduos de informação contidas nos bancos de dados do negócio é objetivo do “cradle to cradle IT” (do berço ao berço da tecnologia da informação).

Tratar “informação / conhecimento” para alcance de cenários futuros certeiros implica:
1 – celebrar a diversidade de conteúdo dos bancos de dados organizacionais.
2 – estruturar segmentos em bancos de dados “Decisão” com as abordagens de “recorrência”, “não recorrência”, “acaso”.

Adicionar valor à tomada de decisão a partir do “C2C - IT” (cradle to cradle information technology) implica trabalhar a vertente “comportamento profissional versus cultura organizacional”, particularmente, a variável “apetite pelo risco” dos integrantes da “plataforma de diálogo decisório”.

Ø MUITO IMPORTANTE

§  AS INFORMAÇÕES NÃO CONSUMIDAS / DESCARTADAS NO PROCESSO DECISÓRIO “A”

§  SÃO DE INTERESSE AOS PROCESSOS DECISÓRIOS “B” ... “N” ---- A VISÃO DE SOLUÇÕES 

§  ALTERNATIVAS COM O APOSTAR NOS EVENTOS CONTINGENTES


A visão de produtividade (BENEFÍCIO / CUSTO) ---- ao incorporar a ideia da contingência ---- é decisiva para configurar o cenário futuro escolhido ---- decisão e eventos contingentes apostados ---- realçando a importância das práticas “C2C-IT” para a gestão dos negócios privados ou governamentais.

Cradel to cradel” é abordagem de design / projeto para a inovação de produtos e de sistemas inspirada nos modelos produtivos da natureza, desta forma, á semelhança da capacidade de regeneração dos ecossistemas construímos / desenhamos / usufruímos da capacidade de regeneração dos sistemas de informações ---- a tecnologia “cradle to cradle – IT” (“C2C-IT”) em ação.

Colocar nossos esforços e criatividade a favor das “soluções de problemas” no ambiente organizacional compreende exercer tecnologias de natureza ---- o “stress decisório” em ação:
1 – ativos tangíveis.
---- “cradle to cradle”(C2C).
2 – ativos intangíveis.
---- “cradle to cradle – information technology” (C2C-IT).

Explorar soluções para transformar meios de “produção e consumo do conhecimento” em agentes de regeneração de sistemas de informações “Decisão” é a abordagem “C2C-IT” ---- a “decisão precisa / certeira” agradece.

A lógica da economia circular ---- baseada em sistemas restauradores ---- “quanto maior  a biodiversidade do ecosistema melhor é a qualidade do ambiente natural” inspira a ideia “quanto maior a variedade do conhecimento melhor é a qualidade da decisão” ---- sistemas de informação “Decisão” em ação.

O conceito “circular” onde “os materiais orgânicos e sintéticos são nutrientes saudáveis que circulam continuamente em metabolismos biológicos, industriais e técnicos” é replicado no ambiente da gestão como “a informação e o conhecimento são insumos benéficos e úteis que circulam regenerando sistemas de informação “Decisão”.

Ø MUITO IMPORTANTE.

§  A LÓGICA DA ECONOMIA E DO SISTEMA DECISÓRIO CIRCULAR IMPLICA NO CAMINHAR DE NATUREZA.

APRENDER; ADAPTAR; APRIMORAR

§  (A LÓGICA DO CICLO DE VIDA DA DECISÃO INCORPORA A IDEIA DA REGENERAÇÃO OU REPARAÇÃO)


A tomada de decisão nas áreas de engenharia do produto e desenvolvimento de sistemas necessita de estratégias de incentivo à inovação quando do design de soluções a problemas organizacionais.

Ø CONCLUSÃO.

O exercício da lógica “CRADLE TO CRADLE – IT” por profissionais da área de gestão de negócios propicia a base para excelência no funcionamento do “processo decisório” organizacional.

A tecnologia “cradle to cradle – IT” é básica para a governança da qualidade da sustentabilidade dos Sistemas de Informações “Decisão” inerentes aos processos decisórios organizacionais.

Dê um “banho” de cultura gerencial e tecnológica do século XXI aos profissionais de sua organização privada ou governamental ou aos alunos de seus cursos de pós-graduação ---- contrate o professor Loureiro Gil e equipe para explanar ou desenvolver as abordagens discorridas no presente mini artigo.

Incorporar nova lógica, práticas e tecnologias para a tomada de decisão é momento atual das organizações privadas e governos vencedores neste século XXI.

A educação nos níveis de graduação, pós-graduação (extensão e especialização), mestrado acadêmico ou profissionalizante (MBA) ou de doutorado ---- nas faculdades e universidades privadas ou públicas, bem como, nas universidades corporativas ---- na atividade sistemas de informações “Decisão” com o aplicar a tecnologia “cradle to cradle – IT” e, submetida ao conceito “stress decisório”, deve ser analisada e revisada ---- o tratamento do “lixo informático” é tarefa prioritária neste século XXI.

Ø O PROFESSOR GIL E EQUIPE POSSUEM A COMPETÊNCIA, A QUALIDADE PROFISSIONAL E A ABORDAGEM TECNOLÓGICA PARA DESENVOLVER, EXPLICAR E APLICAR AS IDÉIAS DISCUTIDAS.

Pesquisas, consultoria, trabalhos acadêmicos, palestras, seminários, disciplinas de pós-graduação (especialização; MBA; mestrado acadêmico; doutorado) são de importância definitiva para trabalhar o sistema de informações “Decisão” com o aplicar a tecnologia “cradle to cradle – IT”.

4 – BIBLIOGRAFIA.
1 -- LIVRO “DESAFIO AOS DEUSES – A FASCINANTE HISTÓRIA DO RISCO”—AUTOR: PETER BERNSTEIN – (EDITORA CAMPUS) DO RIO DE JANEIRO – PRIMEIRA EDIÇÃO 1996 .
2 – LIVRO “GESTÃO: CONTROLE INTERNO, RISCO E AUDITORIA” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CARLOS HIDEO ARIMA; WILSON TOSHIRO NAKAMURA – EDITORA SARAIVA DE SÀO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO – MARÇO DE 2013.
3 – LIVRO: “CONTINGÊNCIAS EM NEGÓCIOS” – AUTOR: ANTONIO DE LOUREIRO GIL – EDITORA SARAIVA DE SÃO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO DIGITAL – WWW.SARAIVAUNI.COM.BR -- 2012.
4 – LIVRO “BALANÇO INTELECTUAL” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; JOSÉ CARLOS ARNOSTI – EDITORA SARAIVA DE SÀO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÀO 2010 E EDIÇÃO DIGITAL -- 2012.
5 – LIVRO “SISTEMAS DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS”—AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CESAR AUGUSTO BIANCOLINO; TIAGO NASCIMENTO BORGES – EDITORA SARAIVA SÃO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO 2011.
6 – LIVRO “GESTÃO DA QUALIDADE EMPRESARIAL” – AUTOR ANTONIO DE LOUREIRO GIL – PUBLICAÇÕES EUROPA – AMÉRICA DE LISBOA PORTUGAL – PRIMEIRA EDIÇÃO 2010 – Á VENDA NA LIVRARIA CULTURA ESQUINA DE AVENIDA PAULISTA COM A RUA AUGUSTA (SÃO PAULO – BRASIL).
7 – LIVRO “GESTÃO DE TRIBUTOS NA EMPRESA MODERNA” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; PAULO ROBERTO GALVÃO; FLÁVIO FERNANDES PACETTA; JOÃO ANTONIO PIZZO; JOSÉ EDUARDO MOGE; ROGÉRIO LEITE – EDITORA SENAC – SP – PRIMEIRA EDIÇÃO 2011.
8 -- LIVRO “MICRO EMPRESA: GESTÃO INOVADORA E DIREITO”—ARTIGO / CAPÍTULO “INOVAÇÃO E RISCO: O AMBIENTE DA GESTÃO DA MICRO E DA PEQUENA EMPRESA NO SÉCULO XXI” – AUTOR: ANTONIO DE LOUREIRO GIL – EDITORA ÁGORA-RJ -- PRIMEIRA EDIÇÃO 2015.
9 – LIVRO “AUDITORIA DA GESTÃO E DA OPERAÇÃO DO NEGÓCIO COM TI” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CARLOS HIDEO ARIMA ---- EDITORA SARAIVA EDUCACIONAL ---- PRIMEIRA EDIÇÃO 2016.
10 – LIVRO “GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL DE ALTO DESEMPENHO” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; PAULO ROBERTO GALVÃO; ROBERTO DE OLIVEIRA JUNIOR ---- EDITORA JURUÁ-PR ---- PRIMEIRA EDIÇÃO 2016.




MINIARTIGO
                                                                           29/03/2016


-- GESTÃO ORGANIZACIONAL –-

“A VISÃO DE CONSELHEIROS E DA ALTA ADMINISTRAÇÃO”
(A IMPORTÂNCIA DAS FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS)

----A INTEGRAÇÃO DA ENGENHARIA DO PRODUTO / ENGENHARIA DO PROCESSO / ESPECIFICAÇÃO DO PROCESSO----

---- O SÉCULO XXI EM AÇÃO ----

AUTOR: PROFESSOR DOUTOR ANTONIO DE LOUREIRO GIL
 Professor titular universidade federal do Paraná (UFPR)
Professor de doutorado e de mestrado da universidade de São Paulo (USP).
Doutor e mestre pela universidade de São Paulo (USP) com tese e dissertação na área de auditoria da tecnologia da informação (TI).
Oficial da marinha de guerra do Brasil, formado pela escola naval do Rio de Janeiro (Brasil).
Executivo e consultor de empresas privadas ou governamentais no Brasil
Autor de vinte livros no Brasil e de um livro em Portugal -- editora saraiva; Editora Atlas; editora SENAC - SP (São Paulo – Brasil); publicações Europa - América (Lisboa – Portugal); editora ágora (RJ - Brasil) ---- oitenta mil exemplares vendidos.
Consultor, palestrante e com artigos nos Estados Unidos, França, Espanha, Portugal, Israel, México, Argentina, Uruguai, Panamá.

QUESTÕES.

1 -- A GESTÃO DO “CICLO DE VIDA DA MUDANÇA ORGANIZACIONAL” É RESPONSABILIDADE DOS CONSELHOS E DA ALTA ADMINISTRAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES PRIVADAS OU GOVERNAMENTAIS? 

2 – A “QUALIDADE DA SUSTENTABILIDADE” VIGE SOB A ÉGIDE DO MODELO DE GESTÃO DO NEGÓCIO PRIVADO OU ORGANIZACIONAL?

3 – A INTEGRAÇÃO DO MODELO DE GESTÃO NOS MOMENTOS DA VERTENTE “ENGENHARIA DO PRODUTO / ENGENHARIA DO PROCESSO / ESPECIFICAÇÃO DO PROCESSO” É MANDATÓRIA NAS ORGANIZAÇÕES DE CLASSE MUNDIAL?

4 – O MODELO DE GESTÃO É COMPOSTO POR METODOLOGIA AMPARADA POR FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS?

1 - INTRODUÇÃO.

“DIFERENCIAL COMPETITIVO” É A CHAVE DO SUCESSO DO CICLO DE VIDA ORGANIZACIONAL.

O HORIZONTE “PRESENTE / FUTURO” É O FOCO DA GESTÃO E RESPONSABILIDADE DE CONSELHEIROS, EXECUTIVOS E GESTORES DE ORGANIZAÇÕES PRIVADAS OU GOVERNAMENTAIS.

ASCENSÃO”, “QUEDA”, “RESSURGIMENTO” ORGANIZACIONAL É O “CICLO VIRTUOSO” DESTE “SÉCULO DE MUDANÇAS” ACELERADAS E ATÉ MESMO DESCONTROLADAS.

A SINTONIA DAS METODOLOGIAS DE GESTÃO ---- SUSTENTADAS POR FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS ---- DOS TRABALHOS DE MUDANÇA É A CHAVE PARA O SUCESSO ---- QUALIDADE DA SUSTENTABILIDADE NO FOCO.

“INOVAÇÃO” E “PRODUTIVIDADE” SÃO VARIÁVEIS CRÍTICAS DA GESTÃO DOS NEGÓCIOS.

DESESTABILIZAR A CONFORMIDADE / O COMPLIANCE – COM MAXIMIZAR DESEMPENHO E MINIMIZAR FALHAS – É ÊNFASE ORGANIZACIONAL.

OS CONSELHOS DE ADMINISTRAÇÃO OU FISCAL SÃO RESPONSÁVEIS POR GESTÃO DO PROCESSO / PRODUTO EXERCIDO PELA ALTA ADMINISTRAÇÃO NA PERSPECTIVA DA INTEGRAÇÃO DA “ENGENHARIA DO PRODUTO” E DA “ESPECIFICAÇÃO DO PROCESSO” COM A “ENGENHARIA DO PROCESSO” ---- O “CICLO VIRTUOSO DA MUDANÇA” COM FOCO NA QUALIDADE DA SUSTENTABILIDADE EM AÇÃO.

AS RESPONSABILIDADES DE CONSELHEIROS E DIRETORES SÃO DETERMINADAS PELO “MODELO DE GESTÃO DAS MUDANÇAS ORGANIZACIONAIS” ESTABELECIDO.

INTEGRAR METODOLOGIAS PARA GESTÃO DA ENGENHARIA DO PRODUTO; DA ESPECIFICAÇÃO DO PROCESSO; DA ENGENHARIA DO PROCESSO ---- COM O USO DE FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS ---- É A MENSAGEM DESTE MINIARTIGO.

O EQUÍVOCO DE MUITAS ORGANIZAÇÕES BRASILEIRAS ---- NO PARTICULAR AS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR E DE PÓS-GRADUAÇÃO NACIONAIS ---- COM A EXCESSIVA ÊNFASE A CONFORMIDADE / AO COMPLIANCE / A VISÃO DE PADRÕES GERENCIAIS, COLOCA O “MANAGEMENT” DE NOSSO PAÍS CAUDATÁRIO DAS SOLUÇÕES DOS PAÍSES CENTRAIS COM O ARREPIO DE SOLUÇÕES GERENCIAIS MAIS AVANÇADAS / ARROJADAS E PARTICULARES / PRÓPRIAS.

AS FERRAMENTAS GERENCIAIS ---- COM A LÓGICA:

1-“WBS”;

2-“EVENTO ORGANIZACIONAL (SPOF/FCS)”;

3- “PARÂMETROS DA GESTÃO”;

4- “GESTÃO DO CONHECIMENTO”;

5-“INDICADORES / MÉTRICAS”;

6-“CONTINGÊNCIA / RISCO”;

7- “CONTROLE INTERNO” ---- IMPACTAM OS MODELOS DE GESTÃO, ORA PRATICADOS, COM O SEU ELEVAR DO “PATAMAR ANALÍTICO” PARA O “PATAMAR SINTÉTICO”, ONDE SOLUÇÕES DECISÓRIAS MAIS INTENSAS E ABRANGENTES ACELERAM E VIABILIZAM MAIOR ACERTO AO “CICLO DE VIDA DA MUDANÇA ORGANIZACIONAL”.

MODELO DE GESTÃO SINTONIZADO AOS FUNDAMENTOS EXPLICITADOS É DETERMINANTE DAS ORGANIZAÇÕES VENCEDORAS DO SÉCULO XXI.

O “MODELO DE GESTÃO” ---- METODOLOGIA AMPARADA POR FERRRAMENTAS TECNOLÓGICAS ---- VIABILIZA O CICLO DE VIDA DAS ORGANIZAÇÕES PRIVADAS OU GOVERNAMENTAIS ---- A MACRO VERTENTE “PLANO DE NEGÓCIOS / GESTÃO ESTRATÉGICA / GESTÃO DE PROJETOS (TÁTICA) / GESTÃO DAS OPERAÇÕES (FUNCIONAL)” EM AÇÃO.

A EXISTÊNCIA DE SUBSISTEMAS DE GESTÃO COM BANCOS DE DADOS COM INFORMAÇÕES / RESULTADOS DA APLICAÇÃO DE FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS AO MODELO DE GESTÃO VIABILIZA A VISÃO NO HORIZONTE “PASSADO / PRESENTE / FUTURO” DA VERTENTE “COMPORTAMENTO PROFISSIONAL / CULTURA ORGANIZACIONAL; CONTINGÊNCIA / RISCO; PROBLEMA / SOLUÇÃO / RESULTADO; ESTRATÉGIA / HIPÓTESE; AÇÃO / DECISÃO/ PROJETO; RECONHECIMENTO PROFISSIONAL / ORGANIZACIONAL” ---- A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) GESTIONAL EM AÇÃO.

2 – A LÓGICA E A PROVA DO ARGUMENTO.

A METODOLOGIA PARA GESTÃO DE NEGÓCIO OU PARA OPERAÇÃO DO NEGÓCIO DEVE TRABALHAR AS FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS PARA TOTAL GOVERNABILIDADE ORGANIZACIONAL.

A METODOLOGIA PARA OPERAÇÃO DO NEGÓCIO OU DESENVOLVIMENTO DO PROJETO DEVE ALIMENTAR / FORNECER OS INSUMOS / AS INFORMAÇÕES PARA O EXERCÍCIO DAS FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS FONTE DOS PROCESSOS DECISÓRIOS PRATICADOS E DE RESPONSABILIDADE DE CONSELHEIROS, EXECUTIVOS, ASSESSORES E GESTORES DAS DIVERSAS UNIDADES E LINHAS DE NEGÓCIO.

O CONHECIMENTO COM FOCO NA INTEGRAÇÃO INTER “ÁREAS” / “PROJETOS” É DETERMINANTE PARA MAXIMIZAR DESEMPENHO E MINIMIZAR FALHAS DO PROCESSO / PRODUTO COM MAIOR ATIVISMO ORGANIZACIONAL QUANTO AO COMBATE A FRAUDES, CORRUPÇÃO, ESPIONAGEM, SABOTAGEM, CONIVÊNCIA ---- O PARÂMETRO DA GESTÃO “SEGURANÇA” APLICADO EM CONJUNTO COM OS DEMAIS PARÂMETROS DA GESTÃO.

A ENGENHARIA DO PRODUTO E SEU SUBCONJUNTO ESPECIFICAÇÃO DO PROCESSO COMPREENDEM PROJETOS DE MUDANÇA QUE REVITALIZAM A ENGENHARIA DO PROCESSO E TORNAM CADA MOMENTO HISTÓRICO ORGANIZACIONAL SUPERIOR Á CONCORRÊNCIA.

O “PLANO DE NEGÓCIOS” / “PROJETO ESTRATÉGICO” NO MOMENTO “ZERO” DÁ INÍCIO Á RESOLUÇÃO DO PROBLEMA E É A RAZÃO DA EXISTÊNCIA DOS NEGÓCIOS PRIVADOS OU GOVERNAMENTAIS.

A TEORIA DA AGÊNCIA, NAS SUAS VERTENTES “PRIVADA” OU “GOVERNAMENTAL”, TEM SUA APLICABILIDADE / SOLUÇÃO ESTAIADA POR MODELO DE GESTÃO COMPREENDIDO E PRATICADO POR CONSELHEIROS, EXECUTIVOS, ASSESSORES E GESTORES.

A ORGANIZAÇÃO É ÚNICA E SUA CULTURA E TECNOLOGIA INSERIDAS NO PROCESSO / PRODUTO DÁ O DIFERENCIAL COMPETITIVO PARA CONTINUIDADE OPERACIONAL ---- A QUALIDADE DA SUSTENTABILIDADE COMO ÊNFASE.

O CONVENCIMENTO DOS DIRIGENTES DAS ORGANIZAÇÕES É INDISPENSÁVEL PARA O SUCESSO DA EMPREITADA DE MUDANÇA GESTIONAL NECESSÁRIA Á QUALIDADE DA SUSTENTABILIDADE, OPÇÃO DECISIVA NOS MOMENTOS DE TURBULÊNCIA NA SOCIEDADE E NO MERCADO ---- FORÇA Á TECNOLOGIA PARA DECISÕES QUALITATIVAS E QUANTITATIVAS SUPERIORES.

PALESTRAS E SEMINÁRIOS NO ÂMBITO PROFISSIONAL OU ACADÊMICO, BEM COMO, DISCIPLINAS DE PÓSGRADUAÇÃO (ESPECIALIZAÇÃO; MBA; MESTRADO ACADÊMICO; DOUTORADO) TORNAM A COLETIVIDADE ORGANIZACIONAL BRASILEIRA MAIS RESISTENTE ÁS CRISES ECONÔMICAS E SOCIAIS.

3 – CONCLUSÃO.

CONSELHOS DE ADMINISTRAÇÃO OU FISCAL DEVEM CAPITANEAR OS MODELOS DE GESTÃO ORGANIZACIONAL COM FOCO NO MAXIMIZAR DESEMPENHO E NO MINIMIZAR FALHAS ---- INCLUSIVE FALHAS DE NATUREZA MOMENTOS DA VERTENTE “SABOTAGEM; FRAUDE; ESPIONAGEM; CORRUPÇÃO; CONIVÊNCIA”.

EXECUTIVOS INTEGRANTES DA ALTA ADMINISTRAÇÃO E GESTORES RESPONSÁVEIS POR ÁREA EMPRESARIAL DEVEM ATUAR COM MODELO DE GESTÃO COM ESTRUTURA E LÓGICA MÍNIMAS E SER RESPONSABILIZADOS POR BAIXA PRODUTIVIDADE DO “PROCESSO / PRODUTO” DECISORIAL ORGANIZACIONAL.

INICIE UMA RADICAL TRANSFORMAÇÃO NA SUA ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONALIZE MODELO DE GESTÃO ---- METODOLOGIA APOIADA POR FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS ---- A VERTENTE “COMPORTAMENTO PROFISSIONAL / CULTURA ORGANIZACIONAL; CONTINGÊNCIA / RISCO; PROBLEMA / SOLUÇÃO / RESULTADO; ESTRATÉGIA / HIPÓTESE; AÇÃO / DECISÃO/ PROJETO; RECONHECIMENTO PROFISSIONAL / ORGANIZACIONAL” ASSOCIADA Á VERTENTE “1-“WBS”; 2-“EVENTO ORGANIZACIONAL (SPOF/FCS)”; 3- “PARÂMETROS DA GESTÃO”; 4- “GESTÃO DO CONHECIMENTO”; 5-“INDICADORES / MÉTRICAS”; 6-“CONTINGÊNCIA / RISCO”; 7- “CONTROLE INTERNO”.

O professor GIL e equipe possuem as qualidades profissionais e a abordagem tecnológica para aplicar as ideias discutidas para estruturar e aplicar o “Modelo de Gestão baseado em Risco” junto ás entidades privadas ou governamentais.

NA SOCIEDADE DO SÉCULO XXI. A MUDANÇA É INEXORÁVEL
VENCERÃO AQUELES QUE CRIAREM; COMANDAREM E REALIZAREM A MUDANÇA.
SUCUMBIRÃO AQUELES QUE NÃO ADERIREM

O MODELO DE GESTÃO DA MACRO-VERTENTE ORGANIZACIONAL “PLANO DE NEGÓCIOS / GESTÃO ESTRATÉGICA / GESTÃO DE PROJETOS (TÁTICA) / GESTÃO DAS OPERAÇÕES (FUNCIONAL)” NO FOCO.

4 – BIBLIOGRAFIA
1 -- LIVRO “DESAFIO AOS DEUSES – A FASCINANTE HISTÓRIA DO RISCO”—AUTOR: PETER BERNSTEIN – (EDITORA CAMPUS) DO RIO DE JANEIRO – PRIMEIRA EDIÇÃO 1998.

2 – LIVRO “GESTÃO: CONTROLE INTERNO, RISCO E AUDITORIA” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CARLOS HIDEO ARIMA; WILSON TOSHIRO NAKAMURA – EDITORA SARAIVA DE SÀO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO – MARÇO DE 2013.

3 – LIVRO: “CONTINGÊNCIAS EM NEGÓCIOS” – AUTOR: ANTONIO DE LOUREIRO GIL – EDITORA SARAIVA DE SÃO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO DIGITAL – WWW.SARAIVAUNI.COM.BR -- 2012.

4 – LIVRO “BALANÇO INTELECTUAL” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; JOSÉ CARLOS ARNOSTI – EDITORA SARAIVA DE SÀO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÀO 2010 E EDIÇÃO DIGITAL -- 2012.

5 – LIVRO “SISTEMAS DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS”—AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CESAR AUGUSTO BIANCOLINO; TIAGO NASCIMENTO BORGES – EDITORA SARAIVA SÃO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO 2011.

6 – LIVRO “GESTÃO DA QUALIDADE EMPRESARIAL” – AUTOR ANTONIO DE LOUREIRO GIL – PUBLICAÇÕES EUROPA – AMÉRICA DE LISBOA PORTUGAL – PRIMEIRA EDIÇÃO 2010 – Á VENDA NA LIVRARIA CULTURA ESQUINA DE AVENIDA PAULISTA COM A RUA AUGUSTA (SÃO PAULO – BRASIL).

7 – LIVRO “GESTÃO DE TRIBUTOS NA EMPRESA MODERNA” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; PAULO ROBERTO GALVÃO; FLÁVIO FERNANDES PACETTA; JOÃO ANTONIO PIZZO; JOSÉ EDUARDO MOGE; ROGÉRIO LEITE – EDITORA SENAC – SP – PRIMEIRA EDIÇÃO 2011.

8 – LIVRO “GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL DE ALTO DESEMPENHO” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; PAULO ROBERTO GALVÃO; ROBERTO DE OLIVEIRA JUNIOR; EDITORA SENAC – SP – PRIMEIRA EDIÇÃO 2015.


 









“AUDITORIA DA GESTÃO E DA OPERAÇÃO DO NEGÓCIO”

---- MOMENTOS E TÓPICOS ESPECIAIS ----
 
 02/03/2016



“SABER USAR OS RESULTADOS DA AUDITORIA” É TÃO IMPORTANTE QUANTO “SABER FAZER AUDITORIA”
 


Mini artigo 

Autor: Professor Doutor Antonio de Loureiro Gil 

Professor Titular Universidade Federal do Paraná (UFPR) 
Professor de Doutorado e de Mestrado da Universidade de São Paulo (USP). 
Doutor e Mestre pela Universidade de São Paulo (USP) com Tese de Doutorado e Dissertação de Mestrado na Área de Auditoria da Tecnologia da Informação (TI). 
Oficial da Marinha de Guerra do Brasil, Formado pela Escola Naval do Rio de Janeiro (Brasil). 
Executivo e Consultor de Empresas Privadas ou Governamentais no Brasil 
Autor de Dezenove Livros no Brasil e de um Livro em Portugal -- Editora Saraiva; Editora Atlas; Editora Senac - SP (São Paulo – Brasil); Publicações Europa - América (Lisboa – Portugal). 
Consultor, Palestrante e com Artigos no Brasil, Estados Unidos, França, Espanha, Portugal, Israel, México, Argentina, Uruguai, Panamá.






QUESTÃO.

“SABER FAZER E USAR OS RESULTADOS DA AUDITORIA DA GESTÃO E DA OPERAÇÃO DO NEGÓCIO COM TI É DETERMINANTE NOS MOMENTOS E NOS TÓPICOS ESPECIAIS DE AUDITORIA”?



INTRODUÇÃO


Usar os resultados da auditoria implica processos decisórios melhor qualificados e com maior acerto nos resultados da gestão de projetos “recomendação / decisão – mudança”.

O direcionamento da solução do problema de natureza fraqueza do processo / produto organizacional quando melhor estruturado conduz organizações de primeira linha.

“Saber fazer auditoria” é imprescindível para tornar o auditor agente de mudança das práticas organizacionais, mas é insuficiente para a “excelência do processo / produto de auditoria” ---- “saber vender” o “saber usar auditoria” comanda a lógica dos negócios de sucesso no século XXI.

A baixa utilização da função administrativa “auditoria” está, principalmente, associada á fragilidade com que auditores são treinados / estão preparados para os embates auditor / auditado.

A acolhida para as “recomendações” (resultados produzidos pela auditoria) necessita de forte apelo técnico – operacional para consumo da vertente “auditoria da governança da qualidade da sustentabilidade” ---- “verificar a transparência e responsabilidade no ser amanhã melhor do que hoje cuidando dos recursos do hoje que serão necessários á qualidade da continuidade organizacional (ênfase aos cenários vencedores do amanhã)”.

Observação: Para melhor conhecer a vertente “auditoria da governança da qualidade da sustentabilidade” ler o capítulo 1 do livro “Auditoria da Gestão e da Operação do Negócio com TI” (título provisório) da Editora Saraiva – Autores: Antonio de Loureiro Gil; Carlos Hideo Arima; Napoleão Verardi Galegale – segundo semestre de 2016.

Saber segmentar os trabalhos de auditoria operacional e da gestão com TI é decisivo para área e projetos de auditoria realmente colaborativos nos processos decisórios do negócio privado ou governamental.

A segmentação dos trabalhos conduz a auditoria ao momento “tópicos especiais da auditoria” quando a força da mudança proporcionada pela atividade de revisão com validação e avaliação do processo / produto organizacional alcança foco e plenitude.


2 – A LÓGICA E A PROVA DO ARGUMENTO

A auditoria da gestão e da operação do negócio com TI deve ser exercida consoante os seguintes momentos lógicos organizacionais / tópicos especiais de auditoria:

1 – auditoria de conflitos organizacionais.
2 – auditoria da fraude.
3 – auditoria “base zero”.
4 – auditoria da previsibilidade patrimonial
5 – auditoria de “stress” organizacional.
6 – auditoria da “teoria da agência”.
7 – auditoria estratégica.
8 – auditoria de projetos.
9 – auditoria da governança da qualidade da sustentabilidade.
10 – auditoria do risco.
11 – auditoria da terceirização.
12 – auditoria governamental.
13 – auditoria de “crises” organizacionais.

Cada tipo / momento de auditoria tem suas especificidades, mas é fatal o intercâmbio de práticas e de tecnologias entre os mesmos.

Por exemplo:

1 -- Os “conflitos organizacionais” criam ambiente de intranquilidade / insegurança e geram desconforto técnico – operacional á sintonia alta administração / gerências organizacionais / profissionais especializados, tanto no ambiente privado quanto governamental.

2 -- A “auditoria de fraude” é caracterizada por verificar ação deliberada / intencional onde o agente, para benefício próprio monetário ou não, agride / desestabiliza ativo intangível.

3 -- A “auditoria base zero” ocorre quando a importância dos trabalhos de auditoria realizados é minimizada e a visão organizacional auditoria do “acaso / simulação” é maximizada.

4 -- A “auditoria da previsibilidade patrimonial” une as práticas da auditoria contábil com aquelas de natureza auditoria da operação e da gestão organizacional.

5 – A auditoria de “stress” organizacional ocorre quando o “núcleo duro” (ponto de controle; técnica e procedimento de auditoria; analisar os resultados dos testes; estruturar as provas de auditoria; apresentar recomendações; emitir opinião) dos projetos de auditoria impõe a extensão dos testes aos limites funcionais do ponto de controle.

6 -- A “auditoria da gestão da teoria da agência” verifica os conflitos de interesses dos agentes envolvidos com “decisões-estratégicas” e “decisões-táticas” no âmbito dos “stakeholders” centrais da “organização privada” ou da “entidade governamental”. 

7 -- A auditoria da gestão cobre um ciclo de atividades da organização com a comprovação do atendimento ás estratégias organizacionais pelas diversos segmentos do negócio.

8 -- Os projetos de interesse do ciclo de vida da auditoria da gestão são de natureza.

1 – projetos de auditoria da gestão.

1.1 – projeto plano estratégico de auditoria.

1.2 – projeto de auditoria do plano estratégico empresarial.

1.3 – projetos de auditoria da gestão e da operação dos negócios.

1.4 – projetos de auditoria da gestão do desenvolvimento dos projetos de decisões organizacionais (mudanças para maximizar o desempenho ou minimizar as falhas).

2 – projetos de auditoria da gestão de acompanhamento.

---- realizados como sequência aos projetos de auditoria acima enumerados.

9 -- A auditoria do negócio também é vista como auditoria da governança da qualidade da sustentabilidade do ciclo de vida do negócio (engenharia do produto; engenharia do processo; especificação do processo) com o cumprimento do “núcleo duro” inserido no “núcleo expandido” (“definir área organizacional / linha de negócio ou de serviços / sistema de informações”;  “conhecer o evento – problema”; “estabelecer o objetivo da auditoria”; “núcleo duro da auditoria”; “realizar auditoria de acompanhamento”) do projeto de auditoria.

10 -- As questões a seguir são centrais para a auditoria de risco: 

1 ---- O tomador de decisão tem certeza que os efeitos da decisão (1) previnem futuras causas, (2) detectam as causas e os efeitos no amanhã e (3) corrigem os efeitos dos problemas contingentes, ou seja, com potencial de ocorrência no horizonte “presente / futuro” organizacional (visão lógica do risco)?

2 ---- Os efeitos da decisão são aqueles divulgados / propalados (visão governança do risco)?

3 ---- O tomador de decisão tem aversão ao risco (visão comportamental do risco)?


11 – A auditoria da terceirização contempla a verificação das cláusulas financeiras do contrato e as cláusulas técnicas ou operacionais do acordo de nível de serviços (SLA – service level agreement). 

12 – A auditoria da sintonia da “equipe de governo” com “equipe de estado” e de ambas com a população / a sociedade é o alvo dos trabalhos da auditoria governamental.

13 – A auditoria do desempenho e da possibilidade de falhas da infraestrutura organizacional diante de catástrofes agressivas ao processo / produto do negócio privado ou governamental.


“Saber usar as recomendações de auditoria é tão importante quanto saber fazer / realizar / concretizar os processos de auditoria” e “saber fazer é necessário para saber usar”, ambas, expressões impõem o dilema na sintonia fina das atividades de auditoria operacional e da gestão voltadas á logística e à controladoria organizacional.


Qualificar executivos, gestores, profissionais especializados, contadores, auditores e demais stakeholders com a abordagem da auditoria da gestão e da operação dos negócios nos momentos / tópicos especiais é nova fronteira do conhecimento para alcance de decisões, e de recomendações para cenários futuros factíveis de sucesso.


3 – CONCLUSÃO

“Saber usar os resultados da auditoria é tão importante quanto saber fazer auditoria” implica em maior poder de embate ao auditor diante das argumentações do auditado.

As estratégias organizacionais estarão cumpridas quando o mix de pontos de controle dos projetos de auditoria contemplar a auditoria de momentos / tópicos especiais organizacionais.

O consumo dos resultados da auditoria é tarefa primordial para a qualidade da sustentabilidade dos negócios privados ou governamentais.

Dê um “banho” de cultura gerencial e tecnológica do século XXI aos profissionais de sua organização ou aos alunos de seus cursos de pós-graduação ---- contrate o professor Loureiro Gil e equipe para explanar ou desenvolver as abordagens discorridas no presente mini-artigo.

O treinamento de executivos, gestores e profissionais especializados no uso da “auditoria de momentos / tópicos especiais” organizacionais é mandatório a qualidade do processo / produto dos negócios.

A educação nos níveis de graduação, pós-graduação (extensão e especialização), mestrado acadêmico ou profissionalizante (MBA) ou de doutorado ---- nas faculdades e universidades privadas ou públicas, bem como, nas universidades corporativas ---- na atividade “auditoria operacional e da gestão” deve ser analisada e revisada ---- a perspectiva da “qualidade do desenvolvimento sustentável”.


O PROFESSOR GIL E EQUIPE POSSUEM A COMPETÊNCIA, A QUALIDADE PROFISSIONAL E A ABORDAGEM TECNOLÓGICA PARA DESENVOLVER, EXPLICAR E APLICAR AS IDEIAS DISCUTIDAS.

Pesquisas, consultoria, trabalhos acadêmicos, palestras, seminários, disciplinas de pós-graduação (especialização; MBA; mestrado acadêmico; doutorado) são de importância definitiva para trabalhar “modelos e metodologias para a auditoria de tópicos especiais”.


4 – BIBLIOGRAFIA

1 -- LIVRO “DESAFIO AOS DEUSES – A FASCINANTE HISTÓRIA DO RISCO”—AUTOR: PETER BERNSTEIN – (EDITORA CAMPUS) DO RIO DE JANEIRO – PRIMEIRA EDIÇÃO 1996 .
2 – LIVRO “GESTÃO: CONTROLE INTERNO, RISCO E AUDITORIA” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CARLOS HIDEO ARIMA; WILSON TOSHIRO NAKAMURA – EDITORA SARAIVA DE SÃO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO – MARÇO DE 2013.
3 – LIVRO: “CONTINGÊNCIAS EM NEGÓCIOS” – AUTOR: ANTONIO DE LOUREIRO GIL – EDITORA SARAIVA DE SÃO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO DIGITAL – WWW.SARAIVAUNI.COM.BR -- 2012.
4 – LIVRO “BALANÇO INTELECTUAL” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; JOSÉ CARLOS ARNOSTI – EDITORA SARAIVA DE SÃO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO 2010 E EDIÇÃO DIGITAL -- 2012.
5 – LIVRO “SISTEMAS DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS”—AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CESAR AUGUSTO BIANCOLINO; TIAGO NASCIMENTO BORGES – EDITORA SARAIVA SÃO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO 2011.
6 – LIVRO “GESTÃO DA QUALIDADE EMPRESARIAL” – AUTOR ANTONIO DE LOUREIRO GIL – PUBLICAÇÕES EUROPA – AMÉRICA DE LISBOA PORTUGAL – PRIMEIRA EDIÇÃO 2010 – A VENDA NA LIVRARIA CULTURA ESQUINA DE AVENIDA PAULISTA COM A RUA AUGUSTA (SÃO PAULO – BRASIL).
7 – LIVRO “GESTÃO DE TRIBUTOS NA EMPRESA MODERNA” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; PAULO ROBERTO GALVÃO; FLÁVIO FERNANDES PACETTA; JOÃO ANTONIO PIZZO; JOSÉ EDUARDO MOGE; ROGÉRIO LEITE – EDITORA SENAC – SP – PRIMEIRA EDIÇÃO 2011.
8 -- LIVRO “MICRO EMPRESA: GESTÃO INOVADORA E DIREITO”—ARTIGO / CAPÍTULO “INOVAÇÃO E RISCO: O AMBIENTE DA GESTÃO DA MICRO E DA PEQUENA EMPRESA NO SÉCULO XXI” – AUTOR: ANTONIO DE LOUREIRO GIL – EDITORA ÁGORA-RJ -- PRIMEIRA EDIÇÃO 2015.
9 – LIVRO “AUDITORIA DA GESTÃO E DA OPERAÇÃO DO NEGÓCIO COM TI” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CARLOS HIDEO ARIMA; NAPOLEÃO VERARDI GALEGALE ---- EDITORA SARAIVA EDUCACIONAL ---- PRIMEIRA EDIÇÃO 2016.
10 – LIVRO “GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL DE ALTO DESEMPENHO”—AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; PAULO ROBERTO GALVÃO; ROBERTO DE OLIVEIRA JUNIOR --- EDITORA JURUÁ (CURITIBA – PARANÁ)--- PRIMEIRA EDIÇÃO 2016.
 
 


“FAZER PREVISÃO OU GERENCIAR CONTINGÊNCIA”
  04/02/2016


Mini artigo 

Autor: Professor Doutor Antonio de Loureiro Gil 

Professor Titular Universidade Federal do Paraná (UFPR) 
Professor de Doutorado e de Mestrado da Universidade de São Paulo (USP). 
Doutor e Mestre pela Universidade de São Paulo (USP) com Tese de Doutorado e Dissertação de Mestrado na Área de Auditoria da Tecnologia da Informação (TI). 
Oficial da Marinha de Guerra do Brasil, Formado pela Escola Naval do Rio de Janeiro (Brasil). 
Executivo e Consultor de Empresas Privadas ou Governamentais no Brasil 
Autor de Dezenove Livros no Brasil e de um Livro em Portugal -- Editora Saraiva; Editora Atlas; Editora Senac - SP (São Paulo – Brasil); Publicações Europa - América (Lisboa – Portugal). 
Consultor, Palestrante e com Artigos no Brasil, Estados Unidos, França, Espanha, Portugal, Israel, México, Argentina, Uruguai, Panamá.


 QUESTÃO


“CONVERGIR EFETIVIDADE E EFICÁCIA DA DECISÃO (GESTÃO) OU DA RECOMENDAÇÃO (AUDITORIA) IMPLICA FAZER PREVISÃO OU GERENCIAR CONTINGÊNCIA”?




INTRODUÇÃO

Fazer previsão é a visão que a maioria dos gestores e profissionais especializados tem do amanhã organizacional ou do mercado.

Mas, será que o foco do amanhã é (1) fazer previsão ou (2) gerenciar contingência e sob que ótica essas ações são de utilidade?

A utilidade de um produto / serviço está atrelada aos fundamentos da “efetividade” e da “eficácia”.

A “efetividade” na perspectiva de alcançarmos no amanhã a solução ótima de um problema vis a vis ás características do problema no momento de seu reconhecimento (visão momento presente).

A “eficácia” na perspectiva de haver utilidade no amanhã á solução do problema do hoje.

Os stakeholders são os consumidores das decisões e das recomendações e são os responsáveis por definir a utilidade / eficácia da decisão ou da recomendação organizacional.

A distância entre “efetividade” e “eficácia” decorre que no transcorrer do tempo do desenvolvimento e instalação da solução ---- por exemplo: via projetos ---- ocorrerem eventos contingentes que desestabilizam a entidade “problema / solução”, ou seja, ambas as variáveis “problema” ou “solução” podem mudar.

A “previsão” tratada na perspectiva da projeção das (1) séries históricas e do (2) conhecimento baseados no horizonte “passado / presente” é claramente insuficiente para que o cenário futuro desejado / esperado / ansiado seja crível / alardeie um mínimo de esperança.

Como, então tratar cenários futuros se a previsão é integralmente dependente das contingências?

2 – A LÓGICA E A PROVA DO ARGUMENTO



Evidentemente, nessa linha de raciocínio devemos lidar com as contingências e, portanto, o mais importante quando de uma análise do horizonte “presente / futuro” ----  antecipar o “gerenciar contingências” para “fazer previsões” ---- para o ajuste / alinhamento do fundamento da “efetividade” com aquele da “eficácia” ---- é a abordagem correta.


Como as contingências desestabilizam a entidade “problema / solução” as mudanças provocadas em ambas variáveis “problema” ou “solução” dificultam a busca da convergência da “efetividade” com a “eficácia”.

Mas, na prática, como representar a “governança para os stakeholders” quando da maior ênfase à “gestão da contingência” como mandatória na lógica de “previsão”?

A “governança” impõe tratar “transparência” e “responsabilidade” e este é o início de uma metodologia para tratar cenários do amanhã.

1 – Apostar nos eventos contingentes com o flagrar e responsabilizar os autores das apostas à solução e ás contingências relacionadas ao problema.

2 – Navegar no horizonte “presente / futuro” com exercício da “viagem virtual no espaço / tempo gestional” com:

2.1 – identificar as “contingências” apostadas.
2.2 – relacionar os apostadores com os eventos contingentes.
2.3 – estruturar grupos de apostadores / contingências.
2.4 – estabelecer possibilidade das causas versus intensidade dos efeitos (na visão de cada gestor ou profissional especializado identificado / partícipe do processo decisório) para hierarquia e montagem de cenários alternativos (modelagem matemática do Método Delphi).
2.5 – estruturar “cenários / planos alternativos de ação” por grupos de eventos contingentes.
2.6 – estabelecer rotas e soluções alternativas para o impacto das contingências nas características do problema.

3 – Exercer atividades de “engenharia reversa de resultados ou de cenários simulados paralelos com planos alternativos de ação”.

4 – comunicar os “cenários alternativos de ação” estruturados de acordo com seu nível de importância diante da vertente “problema / solução”, por grupo de evento contingente (apostador / contingência).

Observação: Para maior entendimento dos conceitos de “viagem virtual no espaço / tempo gestional” e de “engenharia reversa de resultados ou de cenários simulados paralelos com planos alternativos de ação”, Ler o capítulo três (3) do livro “Gestão: Controle Interno; Risco e Auditoria” de Antonio de Loureiro Gil; Carlos Hideo Arima; Wilson Toshiro Nakamura – editora Saraiva – primeira edição 2013.

A análise dos stakeholders é exercida com clareza e gera maior confiabilidade quando o conhecimento acerca da dinâmica da vertente “problema / contingência / solução / resultado” é explicitado.

O resultado é compreendido como aquela solução de maior eficácia quando de sua ocorrência no amanhã organizacional.

Cotejar a estrutura da vertente “problema / contingência / solução / resultado” da organização com aquelas de instituições ou organizações outras que trabalham previsões é o momento / a hora da verdade para as estratégias, os planos organizacionais e os investimentos.

Usar estratégias de “não recorrência” e de “acaso” quando (1) da “viagem virtual no espaço / tempo gestional” e (2) da “engenharia reversa de resultados ou de cenários simulados paralelos com planos alternativos de ação” é a base para a “qualidade da gestão das contingências” quando do estimar cenários futuros.

Gerar maior grau de confiança nos cenários do amanhã passa por maior transparência, no particular, na natureza e qualidade (visão de risco) das variáveis “contingência / incerteza / risco” e respectivo tratamento matemático dado.

Apresentar dois ou três cenários alternativos, com a lógica da “gestão das contingências”, é indispensável para maior tranquilidade e convicção nos processos de tomada de decisão dos stakeholders, particularmente, dos acionistas.

A Controladoria e a Logística organizacional voltada á previsibilidade patrimonial é a certeza da continuidade com sustentabilidade das organizações privadas ou governamentais.

Universo denso e consistente é regra para a modelagem matemática do risco onde a lógica de conhecimento (vertente “problema; contingência; solução; resultado”) aplicada é a chave para o convencimento e a utilidade dos processos de dimensionamento e aposta nos cenários alternativos do amanhã.

A governança (transparência e responsabilidade) da vertente “problema / contingência / solução / resultado” das situações organizacionais necessita da melhor qualidade quando de:
1 – decisões organizacionais e de investimento.
2 – acatar recomendações da auditoria.
3 – monitorar ou acompanhar o ciclo de vida de decisões / recomendações.

GERENCIAR CONTINGÊNCIAS É DECISIVO PARA FAZER PREVISÕES

3 – CONCLUSÃO



A governança da vertente “problema / contingência / solução / resultado” impõe a convergência da “efetividade” com a ”eficácia” para maior tranquilidade no “tomar decisão” ou “acatar recomendação” por parte de stakeholders.


Dê um “banho” de cultura gerencial e tecnológica do século XXI aos profissionais de sua organização ou aos alunos de seus cursos de pós-graduação ---- contrate o professor Loureiro Gil e equipe para explanar ou desenvolver as abordagens para “fazer previsão” baseada no “gerenciar contingências” como discorrido no presente mini artigo.

A ideia é descabida, louca, sem sentido ---- aguarde / titubeie / vacile e seu concorrente (pessoa jurídica ou pessoa física) vai disparar na sua frente, ou ameaça não vale?

Pense: faz sentido ---- a diferença entre o gênio e o louco é que o gênio é o louco que deu certo.



A utilidade do “Gerenciar Contingências” decorre da necessidade universal do tomador da decisão ou do consumidor da recomendação ter maior grau de convicção sobre a factibilidade de alcançar o “cenário futuro” almejado / desejado e necessário á continuidade operacional do negócio / da organização ---- a sustentabilidade da entidade em ação.


Esta abordagem é o “motor da qualidade do processo / produto da gestão e da auditoria da gestão do século XXI”.

O treinamento dos stakeholders com a visão “Gestão das Contingências como fundamento para a Previsão Organizacional” é mandatório nas organizações líderes do mercado / da sociedade.

Incorporar novas práticas e tecnologias á “metodologias para gestão ou auditoria da gestão do negócio privado ou governamental”, com objetivo de “decisões estratégicas” e de “projetos táticos” precisos / certeiros, é momento atual das organizações vencedoras neste século XXI.

A educação nos níveis de graduação, pós-graduação (extensão e especialização), mestrado acadêmico ou profissionalizante (MBA) ou de doutorado ---- nas faculdades e universidades privadas ou públicas, bem como, nas universidades corporativas ---- na atividade “Gerenciar Contingências / Fazer previsões” deve ser analisada e revisada na perspectiva da “qualidade do desenvolvimento sustentável”.

Tratar a “expectativa organizacional” é mandatório quando do exercício dos processos decisórios.


O PROFESSOR GIL E EQUIPE POSSUEM A COMPETÊNCIA, A QUALIDADE PROFISSIONAL E A ABORDAGEM TECNOLÓGICA PARA DESENVOLVER, EXPLICAR E APLICAR AS IDÉIAS DISCUTIDAS.
Pesquisas, consultoria, trabalhos acadêmicos, palestras, seminários, disciplinas de pós-graduação (especialização; MBA; mestrado acadêmico; doutorado) são de importância definitiva para trabalhar “Gerenciar Contingências para Fazer Previsão”.


4 – BIBLIOGRAFIA



1 -- LIVRO “DESAFIO AOS DEUSES – A FASCINANTE HISTÓRIA DO RISCO”—AUTOR: PETER BERNSTEIN – (EDITORA CAMPUS) DO RIO DE JANEIRO – PRIMEIRA EDIÇÃO 1996 .


2 – LIVRO “GESTÃO: CONTROLE INTERNO, RISCO E AUDITORIA” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CARLOS HIDEO ARIMA; WILSON TOSHIRO NAKAMURA – EDITORA SARAIVA DE SÀO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO – MARÇO DE 2013.

3 – LIVRO: “CONTINGÊNCIAS EM NEGÓCIOS” – AUTOR: ANTONIO DE LOUREIRO GIL – EDITORA SARAIVA DE SÃO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO DIGITAL – WWW.SARAIVAUNI.COM.BR -- 2012.

4 – LIVRO “BALANÇO INTELECTUAL” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; JOSÉ CARLOS ARNOSTI – EDITORA SARAIVA DE SÀO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÀO 2010 E EDIÇÃO DIGITAL -- 2012.

5 – LIVRO “SISTEMAS DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS”—AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CESAR AUGUSTO BIANCOLINO; TIAGO NASCIMENTO BORGES – EDITORA SARAIVA SÃO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO 2011.

6 – LIVRO “GESTÃO DA QUALIDADE EMPRESARIAL” – AUTOR ANTONIO DE LOUREIRO GIL – PUBLICAÇÕES EUROPA – AMÉRICA DE LISBOA PORTUGAL – PRIMEIRA EDIÇÃO 2010 – Á VENDA NA LIVRARIA CULTURA ESQUINA DE AVENIDA PAULISTA COM A RUA AUGUSTA (SÃO PAULO – BRASIL).

7 – LIVRO “GESTÃO DE TRIBUTOS NA EMPRESA MODERNA” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; PAULO ROBERTO GALVÃO; FLÁVIO FERNANDES PACETTA; JOÃO ANTONIO PIZZO; JOSÉ EDUARDO MOGE; ROGÉRIO LEITE – EDITORA SENAC – SP – PRIMEIRA EDIÇÃO 2011.

8 -- LIVRO “MICRO EMPRESA: GESTÃO INOVADORA E DIREITO”—ARTIGO / CAPÍTULO “INOVAÇÃO E RISCO: O AMBIENTE DA GESTÃO DA MICRO E DA PEQUENA EMPRESA NO SÉCULO XXI” – AUTOR: ANTONIO DE LOUREIRO GIL – EDITORA ÁGORA-RJ -- PRIMEIRA EDIÇÃO 2015.

9 – LIVRO “AUDITORIA DA GESTÃO E DA OPERAÇÃO DO NEGÓCIO COM TI” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CARLOS HIDEO ARIMA; NAPOLEÃO VERARDI GALEGALE ---- EDITORA SARAIVA EDUCACIONAL ---- PRIMEIRA EDIÇÃO 2016. 





“MINIMIZAR IDEOLOGIA / MAXIMIZAR TECNOLOGIA”

“A GESTÃO DA TEORIA DA AGÊNCIA GOVERNAMENTAL".

(TECNOLOGIA É A CIÊNCIA APLICADA)



Mini artigo 

Autor: Professor Doutor Antonio de Loureiro Gil 

Professor Titular Universidade Federal do Paraná (UFPR) 

Professor de Doutorado e de Mestrado da Universidade de São Paulo (USP). 

Doutor e Mestre pela Universidade de São Paulo (USP) com Tese de Doutorado e Dissertação de Mestrado na Área de Auditoria da Tecnologia da Informação (TI). 

Oficial da Marinha de Guerra do Brasil, Formado pela Escola Naval do Rio de Janeiro (Brasil). 

Executivo e Consultor de Empresas Privadas ou Governamentais no Brasil 

Autor de Dezenove Livros no Brasil e de um Livro em Portugal -- Editora Saraiva; Editora Atlas; Editora Senac - SP (São Paulo – Brasil); Publicações Europa - América (Lisboa – Portugal). 

Consultor, Palestrante e com Artigos no Brasil, Estados Unidos, França, Espanha, Portugal, Israel, México, Argentina, Uruguai, Panamá. 



Muito Importante!

O Conteúdo deste Mini artigo é parte Integrante do Livro “Gestão Pública Municipal de Alto Desempenho” –– Autores: Antonio de Loureiro Gil; Paulo Roberto Galvão; Roberto de Oliveira Júnior.



Questão.

 -- "A Metodologia para Gestão da Teoria da Agência Governamental deve Maximizar a Tecnologia e Minimizar a Ideologia”?

  
1.0 -- Introdução.

 O Povo Brasileiro tem “Sangue Celta no Coração” ---- É livre, determinado e guerreiro ao Pensar, Decidir e Agir.

 A Supremacia do Intangível sobre o tangível é a marca do século XXI.

 A Solução do Desenvolvimento Brasileiro está na Ciência e na Tecnologia para Gestão de Organizações Privadas ou Governamentais.

 A (1) Cultura Organizacional e o (2) Comportamento Profissional, ambos, direcionados para a Eficácia do Resultado das Decisões do Negócio Privado ou Governamental são Referências para o crescimento da Sociedade Brasileira.


O Brasil do Amanhã Vivenciado Hoje

 A Teoria da Agência Governamental é o campo de Batalha das entidades:

 (1) “Interesse da População / da Sociedade” ---- O povo brasileiro em ação;
 (2) “Equipe Administrativa de Governo” ---- A classe política no foco;
 (3) “Equipe Administrativa de Estado” ---- Os servidores públicos em movimento.



                                                 Viver o Ontem é estar “Morto”; Viver o Hoje é estar
                                                 “Moribundo”;   Viver o Amanhã é estar “Vivo”.


A Integração / convergência / sintonia das entidades componentes da Teoria da Agência Governamental compreende três vertentes de atuação.

 1 – Metodologia da Gestão Governamental ---- Etapas a Cumprir; Técnicas a usar; Procedimentos a praticar; Documentação a produzir; Produto / Resultado final a alcançar; Responsáveis pelo exercício da Metodologia.

 2 – Ferramentas Tecnológicas ----  Caracterizar o Evento Organizacional; Gestão do Conhecimento; Estruturar Parâmetros da Gestão / Auditoria da Gestão Governamental; Gestão de Indicadores / Métricas; Gestão do Risco; Gestão do Controle Interno.


3 – Parâmetros da Cultura Organizacional / Governamental / Funcional / Comunitária ---- Qualidade; Sustentabilidade; Transparência; Negociação; Comunicação.


Não Importa a cor do Gato desde que ele cace o Rato.
(Deng Xiaoping Líder da Revolução da Sociedade e Economia Chinesa)


Os Fins não justificam os meios, mas são certamente mais importantes do que os meios ---- Os Processos são fundamentais, mas o Produto / Serviço / Resultado é o que importa / É o verdadeiro Alvo / Objetivo e deve cumprir Metas.


2.0 -- A Lógica.

A “Metodologia para Gestão da Teoria da Agência Governamental” deve ser aplicada como Lógica Técnica – Operacional da Administração Pública com foco na vertente “Contingência / Incerteza / Risco” A Qual é determinante do horizonte “Presente / Futuro” da Sociedade / Comunidade:

1 – Momentos da Gestão:

1.1 – “Mudança”.

---- Ênfase à Vertente “Problema; Estratégia; Projeto”.

1.2 – “Comportamental”.


---- Ênfase às Vertentes (1.2.1) “Comportamento Funcional versus Cultura Governamental” E (1.2.2) “Reconhecimento Profissional; Meritocracia”.


2 – Visões da Gestão.

2.1 – “Qualitativa”.

---- Ênfase à Vertente “Gestão do Evento Governamental; Gestão dos Parâmetros da Gestão / Auditoria da Gestão; Gestão do Conhecimento”.

2.2 – “Quantitativa”.

---- Ênfase à Vertente “Gestão de Indicadores / Métricas; Gestão do Risco”.

A “Metodologia para Gestão da Teoria da Agência Governamental” visa tratar a vertente “Decisão / Solução / Resultado” como Produto a problemas na esfera da Administração Pública com o Tomar / Adotar Decisões Precisas / Certeiras ---- Via o convívio com a vertente “Contingência / Incerteza / Risco” ---- Ao:

 1 -- Estudar, Analisar, Especular e Entender com as ferramentas tecnológicas de natureza “Qualitativa”.
 2 -- Mensurar, Apostar e Escolher com as ferramentas tecnológicas de natureza “Quantitativa”.


A Responsabilidade Decisória é assumida pelas entidades (1) “Equipe Administrativa de Governo” e (2) “Equipe Administrativa de Estado” como delegação da Entidade “Interesse da População / da Sociedade” ---- a Metodologia da Gestão Governamental “CCM; DEQ; SWOT; BSC; PMBOK; BIN-MARCA PRÓPRIA” em Ação.


O Gestor deve Ousar / Arriscar “Decisões”, “Soluções”, “Resultados” para mudanças pioneiras ---- A Inovação Tecnológica como prioridade.

A “Eficácia do Resultado” nas “Mentes e Corações” da População, dos Políticos e dos Servidores Públicos é o objetivo maior da Gestão da Teoria da Agência Governamental ---- Maximizar Tecnologia e Minimizar Ideologia no Foco (On The Spot).


3 – Conclusão.

Minimizar a Ideologia e Maximizar a Tecnologia é o caminho a trilhar ao trabalhar a Metodologia para Gestão da Teoria da Agência Governamental com o objetivo do Atender / Satisfazer às três entidades em Conflito:

1 – “Interesse da População / Sociedade”.
2 – “Equipe Administrativa de Governo”.
3 – “Equipe Administrativa de Estado”.

                                                                                 “Só a Tecnologia Salva”


Você está satisfeito com as desculpas vazias; com as justificativas incompreensíveis; com as responsabilidades deterioradas ---- fique com as Metodologias da Gestão atualmente praticadas pelos Governos Brasileiros.

Você quer mudanças nas Práticas Governamentais ---- Conheça a Metodologia para Gestão da Teoria da Agência Governamental de “Loureiro Gil Consulting”.

Mais importante do que a “Ideologia” é o “Gato e o Rato” ---- O “Processo / Produto” -- para trabalhar as variáveis “Problema”; “Decisão”; “Solução”; “Resultado” -- Exercido com Metodologia da Gestão Governamental focada na Teoria da Agência Governamental ---- A vigência das vertentes:

1 – “Qualidade e Sustentabilidade”.
2 – “Negociação e Comunicação”.
3 – “Decisão / Solução / Resultado”
4 – “Contingência / Incerteza / Risco”.

A “Metodologia da Gestão Governamental” ---- “CCM-Comportamento; DEQ-Horizonte Presente / Futuro; SWOT-Problema; BSC-da Estratégia à Ação; PMBOK-Projeto / Ação Tática; BIN-Marca Própria- Reconhecimento Profissional / Meritocracia” ---- de “Loureiro Gil Consulting” em Ação.


4 – Bibliografia

1 – Livro “Gestão Pública Municipal de Alto Desempenho” ---- Autores: Antonio de Loureiro Gil; Paulo Roberto Galvão; Roberto de Oliveira.

2 -- Livro “Desafio aos Deuses – A Fascinante História do Risco”—Autor: Peter Bernstein – (Editora Campus) do Rio de Janeiro – Primeira Edição 1998.

 3 – Livro “Gestão: Controle Interno, Risco E Auditoria” – Autores: Antonio De Loureiro Gil; Carlos Hideo Arima; Wilson Toshiro Nakamura – Editora Saraiva de São Paulo – Primeira Edição – Março De 2013.

4 – Livro: “Contingências Em Negócios” – Autor: Antonio de Loureiro Gil – Editora Saraiva de São Paulo – Primeira Edição Digital – Www.Saraivauni.Com.Br -- 2012.

5 – Livro “Balanço Intelectual” – Autores: Antonio De Loureiro Gil; José Carlos Arnosti – Editora Saraiva De São Paulo – Primeira Edição 2010 E Edição Digital -- 2012.

6 – Livro “Sistemas De Informações Contábeis”—Autores: Antonio de Loureiro Gil; Cesar Augusto Biancolino; Tiago Nascimento Borges – Editora Saraiva São Paulo – Primeira Edição 2011.

7 – Livro “Gestão Da Qualidade Empresarial” – Autor Antonio de Loureiro Gil – Publicações Europa – América (Lisboa – Portugal) – Primeira Edição 2010 – Á Venda Na Livraria Cultura Esquina de Avenida Paulista com a Rua Augusta (São Paulo – Brasil).

8 – Livro “Gestão De Tributos Na Empresa Moderna” – Autores: Antonio De Loureiro Gil; Paulo Roberto Galvão; Flávio Fernandes Pacetta; João Antonio Pizzo; José Eduardo Moge; Rogério Leite – Editora Senac – SP – Primeira Edição 2011.





Assistência de Enfermagem: uma abordagem holística
e cidadã *

Zenith Rosa Silvino
















* Palestra proferida no Hospital Panamericano em 2002.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.